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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Trabalhar lá fora

De acordo com um estudo da GFK, Um em cada três portugueses equaciona emigrar para arranjar trabalho lá fora. Em 2011 mais de 100 mil emigraram. Se está a pensar emigrar veja os nossos conselhos antes de partir e sites onde pode encontrar emprego em alguns países.

 



publicado por oseudinheiro às 21:12
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Vem aí a fábrica de startups

Já imaginou uma fábrica de startups a “produzir” novas empresas todos os anos? Portugal está prestes a ter uma e António Lucena de Faria é o mentor deste conceito. Um pacote que vale 50 mil euros para quem conseguir entrar no projeto e ainda tem a possibilidade de criar um novo negócio

 

António Lucena de Faria foi empreendedor toda a vida. Já criou inúmeras empresas, uma das mais conhecidas é a Methodus mas apesar do sucesso alcançado não estagnou, inclusive em 2010 esteve em Sillicon Valley a apresentar a Action Flow, uma nova firma que criou. Esta foi uma maneira de provar que é possível entrar em outros mercados desde que se acredite. “É preciso desmistificar que criar uma empresa em Portugal só pode ser para o mercado doméstico”, diz, convicto.

 

A fábrica de start ups oferece algo de único. Não é preciso ter uma ideia de negócio, mas quem tiver um guardado na gaveta também o pode apresentar para análise. Porém, para o mentor da fábrica de start ups basta o candidato ter um espírito empreendedor e capacidade de resistência, pois o “treino vai ser intenso.” A fábrica de start ups procura recem licenciados mas também vai apostar em quem já tem experiência mas que por alguma razão ficou sem emprego. “Procuramos projetos com uma forte componente de internet e de fácil internacionalização. Além disso, os negócios têm de ser capazes de crescer rapidamente”, esclarece António Lucena.

 

A novidade deste programa é que a ideia de negócio será testada por uma metodologia própria antes de se criar a empresa, uma forma de mitigar os riscos. Existirão três fases: primeiro juntam-se os empreendedores com as ideias de negócio, depois fazem-se os testes de mercado para ver se a ideia tem pernas para a andar. “Iremos fazer um demo day para ver que investidores estão interessados naquele projeto e avança-se com o capital social. A terceira fase implica apostar no crescimento do negócio”. Ao todo serão oito semanas onde se testa o modelo de negócio e seis meses para o fazer crescer.

Marketing e vendas serão fundamentais para que estas jovens empresas consigam atingir rapidamente o break even operacional, ou seja, que esta consiga gerar receitas superiores aos seus custos de operação. A ideia da fábrica de startups é conseguir “produzir” todos os anos dez novas empresas, em duas sessões por ano, cinco de cada vez. Uma das boas notícias é que os empreendedores vão ganhar dinheiro ao entrar neste projeto. “O pacote total ronda os 50 mil euros mas efetivamente 15 mil euros serão em dinheiro”, explica António Lucena.

 

O programa estará operacional no 1.º trimestre deste ano e para se candidatar dever ir ao site da fábrica de startups em www.fabricadestartups.com.

 



publicado por oseudinheiro às 14:49
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012
Aproveite o fundo dos business angels

Os Business Angels têm 42 milhões de euros para investir em novos projetos até Julho de 2013, veja como se pode candidatar e ter acesso a este financiamento.

 



publicado por oseudinheiro às 11:46
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Fundo de 3 milhões do Técnico

O Instituto Superior Técnico vai ter um fundo próprio para investir em capital pre-seed e seed. São três milhões de euros até Julho de 2013, contudo o budget do capital privado poderá ir até mais além. O seu dinheiro falou com Luís Caldas de Oliveira que garante que a mentalidade de quem gere este fundo é parecida com a onda de Sillicon Valley: se o projeto for bom e com potencial de alto crescimento o chorudo cheque pode ser passado com facilidade.

 



publicado por oseudinheiro às 10:35
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Olhar Moçambique

Quatro documentários OLHAR MOÇAMBIQUE que passaram na RTPInformação e RTP África, aqui apresentam-se partes deste e algumas imagens extra da viagem que também deu origem ao guia turístico de Moçambique. O primeiro episódio é em Maputo e começa com o olhar de Malangatana, na sua ultima entrevista.

 



publicado por oseudinheiro às 10:33
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Sábado, 7 de Janeiro de 2012
O que vai mudar com a nova lei do arrendamento?

Já sabe o que vai mudar com a nova lei do arrendamento? O SEU DINHEIRO falou com o advogado, Fernando Marques da Silva, que é especialista nesta área e o vai esclarecer.

 


  



publicado por oseudinheiro às 15:52
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Cesteiros e apicultores também são empreendedores

As profissões tradicionais são hoje menos uma tradição de família e mais uma opção individual. Curiosamente, muitas vezes, para dar continuidade a um saber de família. Há procura, há matéria-prima, mas teme-se que falte o mais importante: as pessoas que mantém vivas as tradições.

Há profissões tradicionais que podem ter os dias contados. Mas há quem resista e a verdade é que trabalho não falta. Os ofícios tradicionais são hoje, também eles, trabalho para empreendedores e José Henriques é disso exemplo.

José Henriques é um dos sobreviventes na arte nacional de trabalhar o vime, uma profissão que já está na sua família há quase 100 anos. E no mundo as primeiras referências datam de 3000 antes de Cristo. Aliás, o Antigo Testamento fala de Moisés ter sido recolhido no rio Nilo numa cesta de vime. Habitante no concelho de Ferreira do Zêzere foi ali que montou o seu espaço por influência de uma técnica do Instituto de Emprego que passou horas a convencê-lo quando este trabalhava num barracão improvisado ao lado de sua casa e que, actualmente, serve de arrecadação.

Quando nos leva no seu mini-roteiro para mostrar como tudo nasce antes de ser um qualquer objeto de vime, os seus olhos reluzem ao passar por essa casa velha. “Era aqui que trabalhava”. Aquela é quase a prova de que a sua decisão de abraçar a profissão do pai após ter passado por outros empregos e até países foi a opção certa.

  Ser cesteiro, embora a designação seja parca para definir o trabalho de José Henriques, é duro. Quem quiser abraçar esta profissão “tem mesmo de gostar e ter algum espírito de sacrifício. É um bichinho…”, descreve. Começa o ano nas ribeiras a apanhar vime, depois tem de o carregar às costas e tratá-lo. Algum é cosido, outro descascado, outro tem de estar dez dias mergulhado num tanque com água. Junte a isto a necessidade de arranjar molhinhos de diferentes tamanhos, e finalmente a confecção das peças. Depois José Henriques tem de andar de feira em feira ao longo do país a expor o seu trabalho. “É um trabalho árduo”, classifica, mas “é possível ganhar a vida”, afiança, garantindo que consegue vender todas as suas peças nas diversas feiras. “Se me pagassem era capaz de estar um ano inteiro a fazer diferentes obras. Sem repetir nenhuma”, diz, orgulhoso. Para exemplificar como é possível concretizar esta ideia recorre à comparação com as mulheres que fazem renda. “Contam as malhas e a infinitude de trabalhos que dali podem sair é inacreditável. Com o vime sucede o mesmo”.

As mãos ásperas provam os anos de experiência e os calos já ajudam na rapidez de execução. Não para. Sempre simpático e atencioso, o nervoso miudinho era apenas denunciado no abanar da perna. A feira de Ferreira do Zêzere – criada na festa do imigrante neste mês de agosto – escoou quase todo o seu stock e José Henriques sentia a pressão de daí a três dias ter de estar noutra feira. “Uma cadeira como esta que estou a fazer leva dez horas”, contabiliza, continuando “para rentabilizar o trabalho é preciso além da qualidade ser rápido. Sou rápido mas ainda há quem seja mais do que eu”, diz, acreditando que esta característica é um dos ingredientes de sucesso desta profissão. Dai nunca ter parado nem para dar a entrevista. As palavras saiam ao ritmo com que as suas mãos entrelaçavam os fios de vime, fazendo apenas pequenas paragens para agrafar o trabalho. A seguir voltava o mesmo ritmo apressado, mas certeiro.

  As feiras são a sua montra. É assim que consegue vender o seu produto. Faz umas sete por ano e é daí que vem a sua principal fonte de rendimento, por isso necessita de ter objetos para vender. A única pergunta que o fez engolir em seco foi quando o questionámos a quem vai deixar este património de saber acumulado. Quem vai seguir esta arte na família? “Acho que não tenho seguidor”, e lamenta que nas escolas não sejam criadas aulas de ocupação de tempos livres para ensinar aos alunos esta arte milenar.

  “Em Portugal devemos ser apenas cerca de 20 pessoas a trabalhar o vime e somos todos da mesma geração”, diz. Inclusive havia plantações de vime na zona da Batalha, mas acabaram por falta de quem lá fosse buscar a matéria-prima. “Eu ainda compro, mas nem sempre é fácil arranjar o que necessitamos para produzir com qualidade”. Esta arte já sobreviveu à era do plástico. Nos finais da década de 50 do século passado com o aparecimento do combustível barato e de produtos sintéticos à base de petróleo, o vime foi substituído. “O meu pai passou por esta crise. Foi necessário ter imaginação e inovar. Conseguimos resistir”, recorda.

José Henriques garante que nada sentiu com a invasão das lojas chinesas. “As pessoas não são burras. Conseguem ver a diferença da qualidade do trabalho. Nunca perdi clientes”, conta. Contudo, há cada vez menos pessoas a trabalhar nesta área. Polónia, Hungria, Argentina, Chile e Brasil continuam a produzir. A sua casa onde tem o seu ateliê é já motivo de visita de estudo por parte das escolas. A paixão pela arte levou José Henriques a improvisar um local com plantação de diversos tipos de vime para que os alunos possam ver como é a planta.  

Uma matéria-prima chamada vime

O vime é uma espécie vegetal do ramo das salicáceas. Existem no mundo mais de 500 espécies. Gosta de sol, água, nomeadamente terra húmida, cresce muito rápido, e é resistente ao frio e às doenças. “Pega de estaca e vive junto aos ribeiros. Aqui tive de criar um sistema de rega gota a gota, porque não tenho uma ribeira, mas é uma forma de os miúdos verem o diferente tipo de material que utilizo. Tenho aqui três espécies diferentes”, aponta. Depois a visita segue pelos tanques, pelo forno, pela arrecadação com os molhinhos de vime já arranjados por tamanhos e grossura e termina na sua oficina junto das ferramentas e da única máquina que o seu trabalho permite, uma de corte. “Esta é uma das artes que se pode dizer que é 95% manual. Se tivesse de a classificar diria que é artesanato quase puro, uma vez que é a mão humana que faz a totalidade do trabalho”, termina.



publicado por oseudinheiro às 15:33
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Quinta-feira, 9 de Junho de 2011
Dez dicas para ensinar o seu filho a poupar
 

 

Se quer que o seu filho aprenda a gerir o dinheiro, então siga o ditado: “É de pequenino…” Falando agora de algumas regras importantes…

 

1.É a partir dos dois anos que as crianças tomam consciência de que os pais têm dinheiro e lhes compram coisas... Por isso, esta é a fase para lhes começar a ensinar sobre poupança. Um processo educativo que dura 20 anos... Como? Utilizando as coisas do dia-a-dia. Pegue, por exemplo num lápis... Quando ele estiver a pintar e o afiar várias vezes, diga: “Assim não o estás a poupar!” utilize jogos com moedas e notas, deixe-o manuseá-las.

 

2.A partir dos três anos  já o deve levar consigo ao banco e ao supermercado. Pegue na sua lista e faça a comparação dos preços. Dá trabalho mas pense no futuro financeiro do seu filho...

  

3.Aprenda a dizer não. Ensine-lhe que para comprar algo mais caro terá primeiro de poupar o dinheiro. Pode esperar por exemplo uma semana para lhe dar o que ele deseja, assim está a ensinar-lhe a diferença entre o que se quer e o que realmente se precisa. E que há coisas que podem esperar! Falando agora dos presentes, estes devem ter datas – aniversário, natal e caso queira oferecer algo extra ensine o seu filho a esperar – assim ensina-lhe a dar valor ao que você lhe compra.

  

4.Seja o seu melhor exemplo. Os comportamentos também se aprendem em casa. Se os pais forem muito gastadores e consumistas, os filhos seguem os mesmos passos. Talvez esta educação também seja um teste para si. Quem sabe se ao fazer este exercício com o seu rebento não aprenderá também a poupar mais?

   

5. Semanada ou Mesada? A partir dos 6/7 anos é a idade em que se deve começar a dar semanada, pois é nesta fase que as crianças aprendem as bases do cálculo antes disso pode ser prematuro. A mesada deve ser dada a partir dos 10-11 anos, altura em que as crianças pedem mais dinheiro aos pais. É normal que no início a semanada não chegue ao fim da semana. Sente –se com o seu filho e veja onde é que este derrapou o orçamento faça um empréstimo com juros – ou então dê-lhe tarefas extras e pague-lhe– porém, as domésticas não devem ser remuneradas, assim como as boas notas na escola. Isso é já um dever da criança.

 

6. Agora os pais: os compromissos devem ser honrados. Se prometeu dar uma semanada ou mesada estipule um dia para o pagamento e não falhe. Esta é uma regra básica de educação financeira. Caso se atrase no pagamento da semanada ou da mesada deve pagar uma multa ou então pagar juros. É importante passar-lhe a informação de que se deve cumprir com os pagamentos e recebimentos. O dinheiro tem um custo!

Quanto ao montante a dar tem de estabelecer com o seu filho. Faça uma lista e veja o que este deve pagar com a sua semanada ou mesada e o que lhe cabe a si pagar mas incentive-o sempre a poupar algum dinheiro...

 

7.Não impeça o seu filho de gastar o dinheiro que é dele. Recebeu-o, então tem de o gerir. Haverá alturas em que ele vai errar mas esse erro fará parte da aprendizagem financeira. Se o seu filho pedir um aumento, negoceie. Se for por uma boa causa, e se puder patrocinar esse extra, então avance. Se o seu filho está a gerir bem o orçamento dê-lhe os parabéns. É uma forma de incentivo

   

8.Caso tenha dificuldades financeiras não as esconda nem sustente um padrão de vida que não corresponda à realidade do orçamento familiar. As crianças devem participar das reuniões financeiras da família.

    

9.A figura do mealheiro é mais importante do que parece porque apesar de o dinheiro não render juros é uma forma de poupar. Compre um e incentive o seu rebento a colocar lá as moedas que você de lhá quando este for por exemplo comprar o pão ou fazer um recado em que lhe sobre troco. Quando o partir poderá ver que o que amealhou é pouco, então está na hora de investir o dinheiro. Vá ao banco e abra uma conta num depósito com boa rentabilidade.

   

10.Ensine o seu filho a fazer uma folha de orçamento. Com os dias da semana e onde gastou o dinheiro, assim saberá sempre para onde foi a sua semanada

ou mesada... E tudo tem de ser incluído até um rebuçado ou uma pastilha elástica!

 

E O SEU DINHEIRO deixa um conselho aos mais novos: nunca deixes o teu dinheiro parado no mealheiro, assim que tiveres uma pequena quantia coloca-o

a trabalhar para ti, enquanto tu ainda brincas! 

 



publicado por oseudinheiro às 08:15
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
Depósitos dos bancos para os jovens

O Seu Dinheiro falou com a Deco sobre os depósitos que os bancos anunciam para os mais jovens. Fique ainda a conhecer a história da Kapulana, marca criada pela empreendedora Joana Teixeira Duarte.

 



publicado por oseudinheiro às 10:43
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Quarta-feira, 1 de Junho de 2011
É mulher e quer criar um negócio?

 

Se é mulher e quer criar um negócio fale com a Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias

 

O programa DoNaEmpresa é um projecto que a APME tem implementado em várias regiões do País. O curso, criado para potenciar e desenvolver o espírito empreendedor das mulheres, é gratuito e contempla uma bolsa e subsídios complementares, na primeira fase de formação, e um Prémio de Apoio ao Arranque do negócio (no valor de 5.030 euros), no início da actividade empresarial.



 

Ao contrário dos tradicionais cursos de formação, o DoNaEmpresa é um projecto integrado, financeiramente apoiado e totalmente gratuito, que vai muito além das duas primeiras fases de formação intensiva e consultoria especializada. Durante e após este trajecto, as empreendedoras vão ter um apoio continuado da APME e passam a estar inseridas numa rede nacional de empreendedoras.



 

Esta iniciativa divide-se em três fases:



 

A)Formação (194 horas) – Destinada a fomentar o espírito empreendedor, desenvolve as competências de base necessárias à elaboração do Plano de Negócio e à gestão do negócio. É uma fase de formação em grupo, intensiva, de cerca de 30 dias. No decorrer desta fase, as empreendedoras poderão ter direito a uma bolsa de formação e subsídios de alimentação e transporte e ainda apoios aos encargos com o acolhimento de filhos menores e adultos dependentes, de acordo com a legislação em vigor;



 

B)Consultoria (80 horas) – Proporciona apoio individualizado e especializado em diferentes áreas funcionais essenciais à concretização de cada Plano de Negócio, ao seu arranque e posterior monitorização. Nesta fase é elaborado o Plano de Negócio e analisada a sua viabilidade económica e financeira. Após o início de actividade, as empreendedoras têm também direito a um Prémio de Apoio ao Arranque do seu negócio, no valor de 5.030 euros, não acumulável com outros incentivos;



 

c)Integração em Rede – Garante o acompanhamento a todas as empreendedoras, através da ligação aos Portais Regionais do Empreendedorismo da APME, o que lhes permite darem-se a conhecer, aprender, trocar ideias e know-how, porque a maior parte destes negócios, embora semelhantes, não são concorrentes, porque se encontram em sítios diferentes do próprio país.

 

Contactos: APME, tel.: 21 315 03 23, email: geral@apme.pt, site: www@apme.pt



publicado por oseudinheiro às 14:46
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